Eleições 2018

Governo segue negociações para aprovações de reformas, diz série de notas na coluna do Estadão

» Eu acredito. Apesar do clima apocalíptico, o governo passou o feriado convocando ministros e líderes aliados para reuniões em Brasília para discutir como fazer para dobrar resistências dos aliados contra as reformas previdenciária e trabalhista.

» Vem que tem. Domingo, Michel Temer recebe aliados no Jaburu e, terça, reunirá seus ministros.

» Dificuldades. O governo avalia que o protesto contra as reformas, dia 28, poderá se enfraquecer pelo envolvimento de líderes da oposição nas delações dos executivos da Odebrecht.

Mercado baixa expectativa em relação a reformas, diz série de notas na coluna do Estadão

» Mercado. Interessadíssimos nas reformas, investidores já baixaram seu nível de expectativa em relação ao conteúdo da reforma da Previdência.

» Serve isso. Antes, os investidores cobravam que fossem aprovadas pelo menos 70% das propostas enviadas originalmente pelo Planalto. Agora, já aceitam que seja votada qualquer coisa que acene com uma melhora do sistema.

» Risco. Mas são unânimes em avaliar que a rejeição da reforma será um desastre para a economia do País.

Tasso e Fernando Bezerra discutem taxa de juros para fundo regionais na CAE, diz série de notas na coluna do Estadão

» Nordeste. O senador Fernando Bezerra (PE), líder do PSB, conseguiu apoio do senador tucano Tasso Jereissati (CE) para convencer o governo a reduzir taxa de juros dos fundos constitucionais do Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

» Na peixeira. Na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, presidida por Tasso, Bezerra foi duro. “Não podemos nos calar, temos de aumentar a pressão para que se convoque uma reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional para definir a questão”, cobrou.

Denúncias não mudam aposta do PT em Lula é o título da nota principal na coluna do Estadão

Sem opções para a disputa presidencial de 2018, o PT vai apostar até o fim na candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, independentemente das denúncias feitas contra ele na delação premiada dos executivos da Odebrecht. As acusações de Emílio e Marcelo Odebrecht agravaram sua situação jurídica e devem pesar no seu julgamento, mas o PT, hoje, não tem alternativa ao nome de Lula. Depois do fracasso nas eleições municipais, o PT sabe que só Lula tem força para mudar esse quadro. O problema é que não sabem, sequer, se poderá concorrer.

» Vai ter mais. Para os petistas, agora existe também uma enorme tensão com a delação acertada pelo marqueteiro João Santana e sua mulher Mônica Moura, responsáveis pelas campanhas de Lula e Dilma.

» Muito mais. Se Marcelo e Emílio Odebrecht escancararam as relações nada republicanas com o ex-presidente, a expectativa é de que a delação de Santana, conhecedor dos segredos das campanhas presidenciais petistas, acabe de abalar a imagem de Lula.

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