Reforma da Previdência

Efraim filho (PB), líder do DEM na Câmara é o entrevistado do Toma lá dá cá na Istoé sobre cenário das reformas

Qual lição fica após a primeira derrota da urgência da reforma trabalhista para o governo? O cálculo do presidente Maia, sem dúvida, foi errado. Mas acho que os líderes é que apresentaram os números incorretos e o induziram ao erro. Os líderes venderam um cenário de segurança, mas não conseguiram entregar. O DEM contribuiu com todos os votos. Mas o fato é que agora o governo deverá rever sua base aliada.

O que acha que deveria ser feito? Em vez de alardear que possui o apoio de 411 deputados e tentar abraçar o mundo, o governo deveria centrar o foco em manter fiéis os 320, 350 que são realmente necessários. Ou seja, optar por uma base um pouco menor, porém mais coesa.

Mas como “fidelizá-los” em tempos de orçamento impositivo? O parlamentar não depender mais da vontade do governo de liberar emendas do orçamento, de fato, diminui muito a barganha, o que é positivo. Agora, é partir mesmo para o trabalho de convencimento.

Meirelles… O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, está tendo uma série de encontros com investidores nos Estados Unidos nessa semana. A mensagem que foi apresentar é composta de, basicamente, três boas notícias e uma ruim. Foi dizer que até outubro a taxa básica de juros (Selic) deverá chegar a 9% ou menos – hoje é 11,25% ao ano.

Conteudo originalmente postado no Portal :

Deixe uma resposta