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Eunício mandou exonerar 60 comissionados, diz nota no Painel da Folha

Guichê cheio Eunício Oliveira (PMDB-CE) surpreendeu servidores nesta quinta (23) ao comunicar que desligaria mais de 60 funcionários comissionados nomeados, alguns há quase dez anos, por seus antecessores na presidência do Senado.

CNI discute projeto de lei com presidentes da Câmara e do Senado, diz nota no Painel da Folha

Próximo! Com a aprovação na Câmara da terceirização, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) deve centrar fogo na proposta que prega que acordos entre patrões e empregados se sobreponham à legislação trabalhista. A entidade discute esta e outras propostas com os presidentes da Câmara e do Senado na terça (28).

Barroso já pensa no que virá após fim do foro, diz série de notas no Painel da Folha

Avante? O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, resumiu o impasse sobre o fim do foro. “Mais difícil do que matar o elefante é enterrar o cadáver. Ou seja, definir o que colocar no lugar após o fim do foro”, disse, em aula inaugural na UFMG.

Olha ele Barroso avalia que enviar casos de parlamentares à Justiça estadual pode até livrar o Supremo de um problema, mas não acabar com a impunidade. Ele manifesta simpatia pela tese da criação de uma vara especial de primeira instância para autoridades, “para evitar influência do poder local, que pode proteger ou perseguir”.

Depoimentos de ex-executivos da Odebrecht ao TSE são vistos como ‘amostra grátis’ de delação, diz série de notas no Painel da Folha

Amostra grátis Mesmo com a avaliação unânime de que os depoimentos de ex-executivos da Odebrecht ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) fulminam a imagem de Dilma Rousseff e de Lula, nenhum rival do PT comemorou. Divulgadas nesta quinta (23), as falas foram lidas como simples petisco do que está por vir na colaboração firmada pelos 77 delatores da empreiteira com a Lava Jato. Esse material, sabem os políticos, não poupará quase nenhuma das cabeças estreladas da República.

Soma dos fatores Dirigentes do PT lembraram, após reconhecerem o impacto da fala de Marcelo Odebrecht sobre seus quadros, que a delação da empreiteira já estará nas ruas em meados de abril. Nesta data, Herman Benjamin, do TSE, deve apresentar seu voto no processo que pede a cassação da chapa Dilma /Temer.

Vai sacudir Ninguém deve descartar a possibilidade, dizem os petistas, de que a delação crie caldo grosso o suficiente para abalar o governo. No caldeirão, enxergam um punhado de desgaste para aliados e ministros de Temer salpicado pelo provável voto de Benjamin a favor da cassação da chapa no TSE.

Multiplicador Um aliado do presidente no Congresso reconhece que erra quem acha que há chance de circunscrever os estragos que serão feitos pelos delatores. O escândalo, diz, “cresce em progressão geométrica, enquanto o Parlamento pensa em progressão aritmética”.

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