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Advogados de Lula estavam no Parlamento na hora do ataque, diz série de notas na Monica Bergamo

Cristiano Zanin e Valeska Teixeira, que são advogados do ex-presidente Lula, estavam entrando no Parlamento britânico no momento do tiroteio em Londres.

Os dois, que são casados, contam os momentos “de terror” que passaram quando perceberam o que estava ocorrendo.

“Nós fomos convidados por parlamentares britânicos para falar numa audiência pública sobre as violações que o presidente Lula vem sofrendo. De repente, vimos uma multidão correndo em nossa direção e dezenas de policiais gritando ‘corram, corram, corram'”, relata Cristiano. “Todo mundo saiu correndo e nós também”, segue.

A multidão, diz ele, seguia desordenada pelas ruas, sem saber quando deveria parar.

“Eu olhei para o lado e só vi as pessoas dando gritos de terror. Só vinham os meus três filhos na minha cabeça, toda a sua vida vem na sua cabeça, uma coisa horrorosa, um terror, um terror que eu não consigo te explicar”, diz Valeska.

Ela afirma que os dois não sabiam direito o que fazer: “Você não sabe o que está acontecendo, se é um tiroteio, se são bombas. Não sabe se corre ou se joga no chão.”

Depois de correr por tempo que não sabem determinar, eles entraram numa loja de presentes. A dona do estabelecimento, ao ouvir do casal que estava ocorrendo “um ataque terrorista” na cidade, fechou as portas. Os dois ficaram na loja por cerca de 30 minutos, pegaram um táxi e voltaram para o hotel.

Reação de Cunha se continuar preso é imprevisível, avaliam advogados, diz série de notas na Monica Bergamo

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha passou a apostar todas as suas fichas no julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) do habeas corpus em que pede para ser libertado. A reação, em caso de derrota, é considerada imprevisível por defensores que atuam no caso.

EU ACREDITO

“Se perder e continuar preso, ele vai surtar”, diz um interlocutor de Cunha na área jurídica, afirmando que a expectativa do ex-deputado sobre o STF é muito positiva. Na terça (21), ele sofreu derrota acachapante no STJ (Superior Tribunal de Justiça), quando o mesmo habeas corpus foi rejeitado por 5 a 0.

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