Noticias

Randolfe e Requião debatem abuso de autoridade na coluna Jogo do Poder no Globo

ROBERTO REQUIÃO – SENADOR (PMDB)

Relator do projeto de lei sobre o abuso de autoridade, Requião acha que a proposta deve ser votada com o fim do foro privilegiado. “Caso contrário, acaba o foro e os políticos ficam na mão de juízes de primeira instância e promotores do país inteiro, sem a obrigação de seguir a lei, porque dizem que têm liberdade de interpretação. Se houver essa liberdade, não existe mais crime de responsabilidade. Cada juiz, promotor ou prefeito eleito interpretará a lei conforme o seu desejo. Não é para coibir a Lava-Jato. Sou a favor dela.”

RANDOLFE RODRIGUES – SENADOR (REDE)

Líder da Rede, Randolfe Rodrigues diz que é preciso discutir uma lei para o abuso de autoridade, mas considera o momento inadequado. “No auge das investigações como a LavaJato e a Carne Fraca, que envolvem pessoas com prerrogativa de foro, tentar aprovar qualquer lei de abuso de autoridade é para tentar proteger engravatado, e não o mais pobre. Uma lei é necessária, mas não nessa circunstância e com o relatório que está aqui. O texto não protege o mais pobre das algemas da PF, mas o engravatado.”

Deputados reclamaram de texto da reforma com Temer, diz nota no Jogo do Poder

Quem não se comunica…

Antes de anunciar que o funcionalismo estadual ficaria fora da reforma da Previdência, Michel Temer ouviu ontem muitas queixas de deputados. Líderes pediram ajuda na defesa das mudanças, com uma campanha de comunicação. E reafirmaram que, como está, o texto não passa.

Acordos na berlinda é o título de nota no Jogo do Poder sobre acordo de leniência

Empresas envolvidas na Lava-Jato acham que serão duramente atingidas pela decisão, prevista para hoje, do TCU de declarar inidôneas as integrantes do consórcio para a montagem eletromecânica de Angra 3. As reclamações vêm daquelas que já têm acordo de leniência com o Ministério Público. O TCU quer, nestes casos, suspender temporariamente os efeitos da inidoneidade. O ato do tribunal, dizem as empresas, pode fechar portas a novos negócios públicos e privados, inviabilizar os acordos já assinados com o MP, com multas milionárias, e ameaçar sua sobrevivência.

Deixe uma resposta