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Série de notas na coluna do Estadão fala de disputa no TRF5

» Novo round. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, e o senador Renan Calheiros disputam vaga em aberto no TRF-5. Quando comandava o Senado, o alagoano recebeu a promessa de que faria a indicação.

» Na corrida. O candidato de Renan é Luciano Guimarães Mata. O de Eunício, Leonardo Henrique de Cavalcante Carvalho. Ambos advogados. Corre por fora Silvana Rescigno Guerra Barretto, apoiada pelo expresidente do STJ Francisco Falcão.

Serraglio nega indicação é o que mostra série de notas na coluna do Estadão

» Conexão. Investigadores da Carne Fraca dizem que o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, é “padrinho cego” do ex-superintendente do Ministério da Agricultura Daniel Gonçalves, que está preso, a quem chama em conversa telefônica de “grande chefe”.

» Me tira dessa. O ministro diz que a indicação partiu do ex-deputado Moacir Micheletto, morto em 2012, e que ele apenas subscreveu.

Aumento de impostos podem ser anunciados esta semana, diz nota na coluna do Estadão

» Inferno astral. A semana não será de flores para o governo na economia. Espera-se anúncio de corte no orçamento, estimativa mais fraca para o PIB de 2017 e aumento de impostos.

Compra de apoio eleitoral envolve mais empresas é o título de abre da coluna do Estadão

No rateio de recursos para os apoios partidários à chapa Dilma-Temer na eleição de 2014, a Odebrecht se responsabilizou pelos R$ 30 milhões para PRB, PROS, PCdoB, PDT e PP, mas na última hora o PP ficou de fora. Executivos da Odebrecht informaram a investigadores que outra empresa pagou ao PP. O apoio desses partidos, que teria sido negociado pelo PT, garantiu à campanha 2 minutos e 39 segundos de propaganda na TV. Os mesmos narradores contam que, além do PP, o PSD também recebeu de outra fonte “por meio de caixa 2”

» Mistério. Investigadores dizem que executivos da Odebrecht não souberam apontar quem financiou PP e PSD. Mas a firma suspeita que esses dois partidos devem ter recebido mais do que os outros, uma vez que a fonte pagadora mudou.

» Defesa. O presidente do PP, Ciro Nogueira, diz que não comenta delação premiada. A Coluna não conseguiu contato com o PSD. A Odebrecht não se manifesta sobre delações. Edinho Silva, ex-tesoureiro da campanha de Dilma, afirma que nunca tratou de compra de apoio partidário.

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