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PRB nega propina por apoio à chapa Dilma-Temer, diz o Estadão

Em resposta encaminhada ontem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PRB disse não ter recebido caixa 2, propina nem “recurso financeiro proveniente de qualquer origem ilícita” para apoiar a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer em 2014.

A manifestação do partido, obtida pelo Estado, foi enviada ao ministro Herman Benjamin, relator no TSE da ação que apura se a chapa cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger, e é assinada pelo presidente em exercício do diretório nacional, senador Eduardo Lopes (PRB-RJ).

Em depoimento ao TSE em fevereiro, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Alexandrino Alencar afirmou que a empreiteira pagou R$ 7 milhões para PROS, PC do BePRB,numtotaldeR$21milhões. Ele disse que os pagamentos foram feitos via caixa 2.

Em fevereiro, o Estado revelou que o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, negociou repassedeR$7milhõesdocaixa2da Odebrecht para o PRB. Na época, o ministro afirmou “desconhecer” a operação.

Ao TSE, o PRB destacou “fatos públicos e notórios” para justificar apoio à chapa.

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