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Congresso já tem dois caminhos para anistia é o título da nota principal da coluna do Estadão

Deputados e senadores já traçaram dois caminhos para tentar aprovar no Congresso um contra-ataque às investigações da Lava Jato. Uma das alternativas é aproveitar o Projeto 4.424/2016, que altera a Lei dos Partidos Políticos, para incluir uma emenda que anistie o caixa 2 e doações oficiais provenientes de recursos lícitos. O conteúdo do projeto não trata de anistia, mas a proposição foi escolhida porque tramita em regime de urgência no plenário da Câmara. Segunda-feira haverá uma reunião para definir as emendas que vão entrar no texto.

» Tentativa e erro. O relator é o deputado Francisco Floriano (DEM-RJ), correligionário do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que já incluiu e retirou o texto da pauta do plenário três vezes no mês passado.

» Vai daí… Outra alternativa, preferida dos deputados, é que o Senado tome a iniciativa de pautar o “pacote salva-vidas”. Lideranças dizem que será mais fácil aprovar a anistia no plenário da Câmara se vier aprovada pelo Senado.

» …Que vamos daqui. “O Senado que discuta lá. Querem jogar tudo nas costas da Câmara. Se começar na Câmara, o projeto estará morto”, resume um líder.

Sigilo de delações só cai final de março, diz nota na coluna do Estadão

» Calma, gente. Em conversas reservadas, ministros do STF avaliam que as delações da Odebrecht só perdem o sigilo no final de março, o que vai prolongar a agonia no meio político.

» No seu tempo. Para catalogar as informações que serão enviadas pela PGR, a secretaria do STF leva quatro dias. Somente depois disso os documentos seguem para análise do ministro Luiz Edson Fachin, a quem cabe decidir se levanta os sigilos.

Sigilo de delações só cai final de março, diz nota na coluna do Estadão

» Calma, gente. Em conversas reservadas, ministros do STF avaliam que as delações da Odebrecht só perdem o sigilo no final de março, o que vai prolongar a agonia no meio político.

» No seu tempo. Para catalogar as informações que serão enviadas pela PGR, a secretaria do STF leva quatro dias. Somente depois disso os documentos seguem para análise do ministro Luiz Edson Fachin, a quem cabe decidir se levanta os sigilos.

 Frase de Marun é destaque no Pronto, Falei! da Coluna do Estadão

 “Tiramos o pé do acelerador. Mas não desligamos o carro e nem engatamos marcha à ré”, sobre a articulação para tirar Romero Jucá (RR) da presidência do PMDB.

Carlos Marun

Deputado federal (PMDB-MS)

Parlamentares vão criar grupos de Whatsapp para discutir reformas, diz nota na coluna do Estadão

» Operação de guerra. Parlamentares governistas vão criar grupos de WhatsApp e páginas nas redes sociais para defender a reforma da Previdência.

» Apoio geral. Vão incluir nos grupos deputados estaduais e vereadores para que ajudem nos Estados.

PTB apoia Serra, diz nota na coluna do Estadão

» Conservador. Se João Doria for candidato do PSDB ao governo de São Paulo em 2018, os tucanos vão perder o apoio do PTB. Dirigentes do partido garantem que só apoiam José Serra.

» Portas abertas. O presidente do PTB de São Paulo, Campos Machado, confia que, caso Geraldo Alckmin deixe o PSDB, seu partido será a primeira escolha do presidenciável.

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