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Ex-diretor da Dersa em governos do PSDB procura advogados e é aconselhado a propor delação, diz série de notas no Painel da Folha

Bomba-relógio Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, passou mais de duas horas com um grupo de criminalistas nesta quarta (8). Ex-diretor da Dersa, estatal responsável por investimentos rodoviários de São Paulo, foi aconselhado a finalmente propor um acordo de colaboração ao Ministério Público Federal. Ele é citado por delatores da Odebrecht na Lava Jato. Teria revelações a fazer sobre o período de 2005 a 2010, que abarca governos de Geraldo Alckmin e José Serra, ambos do PSDB.

Para ontem Os advogados que aconselharam Souza disseram que ele deveria se apressar a falar. Acham que suas informações terão mais valor se forem apresentadas antes de as delações feitas por ex-executivos da Odebrecht se tornarem públicas.

Currículo Souza, de 2005 a 2006, sob a gestão de Alckmin, comandou um grupo que coordenava investimentos rodoviários entre Estado e municípios. Em 2007, quando Serra assumiu o governo paulista, ele foi alçado à Diretoria de Engenharia da Dersa.

Adiamento de definição de comissões na Câmara ajuda o governo é o que mostra nota no Painel da Folha

Ajudinha Para aliados, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), adiou a decisão sobre presidências de comissões para poupar o governo de convocações de ministros e também não esvaziar os colegiados especiais que discutem as reformas.

Reforma da previdência deve atrasar, diz série de notas no Painel da Folha

Não vai dar Pessoas próximas ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, temem que a crise política que se avizinha com o avanço da Lava Jato possa travar a discussão das reformas. A da Previdência, apostam, não será aprovada até junho.

Falta um O enfraquecimento de membros do governo também preocupa. Meirelles, que teve impasses com Eliseu Padilha, agora reza pelo retorno do colega ao Planalto. Diz que, sem ele, aprovar mudanças na aposentadoria será tarefa hercúlea.

 

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