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Planalto interrompe pagamento de emendas antigas em 2017 e inquieta base aliada, diz a nota principal do Painel da Folha

Tem, mas acabou Em meio aos esforços para recompor as relações com o Congresso, o Planalto se depara com mais um ingrediente que deve gerar insatisfação de sua base. Em 2017, o governo ainda não liberou recurso algum para as obras que haviam sido indicadas por emendas dos parlamentares em anos anteriores e já estavam em execução. A justificativa é a de sempre: falta dinheiro. A queixa crescente, que vem principalmente de prefeitos e deputados, já chegou a ministros de Michel Temer.

Vida que segue O Planalto informa que tem “trabalhado para efetuar a primeira liberação de recursos com a prioridade devida”, mas que “não é possível, neste momento, definir data” para o pagamento inicial do ano.

Tempo presente As emendas do Orçamento de 2017 tampouco foram pagas, mas a previsão inicial já era a de que os desembolsos só começariam em março.

A gente entende Apesar das queixas da classe, o presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Márcio Lacerda, disse ao ministro Antonio Imbassahy que a ajuda do governo a políticos pode esperar diante da crise econômica e da necessidade de reformas.

Paciência “Lógico que os prefeitos precisam das suas emendazinhas, mas o país precisa sacudir essa crise”, argumenta Márcio Lacerda.

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