Noticias

Alvos da Lava-Jato adotam táticas distintas, diz O Globo

Com o peso de dois inquéritos no Supremo, suspeito de receber mesada de R$ 300 mil por meio do filho Márcio Lobão, o presidente da CCJ, Edison Lobão (PMDB-MA), conduziu os trabalhos de forma lacônica, limitando-se a passar a palavra ora ao sabatinado, ora aos senadores inscritos.

Investigado num inquérito que é desdobramento da Lava-Jato, o presidente do PSDB, Aécio Neves, fez defesa contundente das ligações de Moraes com o PSDB, lembrando que os ministros Edison Fachin e Dias Toffoli são oriundos do PT, o que não atrapalhou a atuação “brilhante” dos dois. Mais que elogios às qualidades do futuro ministro, que prestou serviços à sua campanha como advogado, Aécio reclamou das perguntas dos adversários.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), uma das que mais questionaram as vinculações partidárias de Moraes, e o líder da Rede, Randolfe Rodrigues (AP), bateram na tecla de que Moraes tinha que se declarar impedido de julgar, no STF, casos ligados ao governo de Michel Temer e à Lava-Jato.

— Os que foram leões na sabatina do ministro Fachin, hoje estão aqui gatinhos, muito mansos — reagiu Gleisi.

Conteudo originalmente postado no Portal :

Deixe uma resposta