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Série de notas na Sonia Racy especula indicação ao Supremo

A 11.a cadeira

Depois da decisão do STF sobre Edson Fachin, os meios jurídicos se voltam para tentar saber quem Temer vai escolher para o Supremo. Pelo que se ouviu, qualquer dos nomes que circulam mais fortemente pode ser o nome. Mas muitos acreditam que a definição dependerá da política. “Mesmo já tendo o Rodrigo Maia na Câmara e o Eunício no Senado, o presidente continua precisando mesmo é do… Congresso”, avalia um jurista.

Ou seja: o nome tem de ser aceito, ou pelo menos não rejeitado, pelas lideranças e pelas grandes bancadas.

Cadeira 2

É nesse contexto que sobem, ou descem, Ives Gandra Filho, Alexandre de Moraes, Heleno Torres, Herman Benjamin, Flávia Piovesan, Isabel Gallotti… e outros.

Cadeira 3

Esse processo “barulhento” ajuda ou atrapalha? “Normal. Em países presidencialistas é assim mesmo”, avisa Oscar Vilhena, da Direito GV.

Em março passado, Obama indicou nome para a Corte Suprema. O ano passou, o governo acabou e o Senado sequer entrevistou seu indicado.

Cadeira 4

Nome novo na praça a ser observado: o do advogado paulista Paulo Lucon.

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